Virei escrava de minha própria
consciência. Sou submissa do meu próprio eu. Condenada pela minha própria
mente. Domada pela aparência. Sufocada pela razão.Não existe beleza. Não existe
nobreza. Não existe valor. Tudo o que me consome é a dor.Não quero pena,
compaixão. Muito menos violação da minha visão. Quero compreensão dentro da
minha noção.Aceitação da veracidade que me rodeia para enfim, compreenderem meu
lamento de vulgaridade hostil.

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Volte sempre pequeno cupcake