Contemos com a afirmação da minha
falta de sanidade e poderemos começar o que chamamos de diversão antiética.
Estuprar os
padrões morais e forçar a anomalia burocrática juvenil.
Corromper o
divino pode tornar-se cômico. Contrariar a escala hierárquica e burlar o
correto, vicioso.
Intoxicar
sua mente, corpo e alma. Embriagar a razão já morta desta casca violada.
Gozar da
pureza alheia e brindar da aglomeração inocente que é a consciência humana.
E não
tardar a notar a a maldita verdade.
Eu não sou
insana.

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Volte sempre pequeno cupcake