O que é a vida se não um atalho
para a morte?
O que seria a morte senão a
banalidade rotineira?
Ou melhor, quem valoriza a morte?
Morte, vida. Vida, morte
Vida bela daquela na qual minha
mente tremula
Morte doce na qual o sono perdura
Imensidão celeste de paraíso
infinito
Campo úmido de rubro sofrido
Vida mansa de repúdio
De lembranças do final esdrúxulo
Vida mansa de alegria,
Pelo
sobreviver de cada dia.

‘A vida é a imensidão celeste de paraíso infinito’, pois a vida é infinita e nos resta saber saboreá-la. Lindos seus textos, adoro visitá-la. Continue nos presenteando com tão profundas palavras, coisa rara hoje em dia.
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