quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Medo de escuro...



Ei, escuridão! Minha doce e companheira conhecida. O mais próximo que tenho de uma fidelidade amiga.
Conte-me, como anda sua rotina? Tão patética quanto a minha? Chegou ao ponto insuportável de não aturar mais os seres cegos?
Talvez tenha entendido que o problema da cegueira alheia seja vossa importuna presença. A companhia constante.
Algo que me custa aprender e entender.
Humildade bateu á porta e não consigo dar permissão para que adentre o meu eu. Não posso.

Não estou cega, apenas me nego a abrir os olhos.

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Volte sempre pequeno cupcake