Apenas me deixe ir. Deixe-me a sós
com a minha momentânea busca a alegria constante.
Onde está?
Se perdeu na incansável inércia de sucção do meu abalo emocional?
Irei então,
dormir de mentira outra vez. Brincar de sonhar de novo e de novo. Suprir
sentimentos falsos.
Fingirei me
importar, balearei minhas ideias e finalmente, matarei meu espírito aos poucos.
Torturando,
machucando, iludindo, consumindo.
Fazendo-me
vítima de uma realidade ilusória que eu mesma criei.

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Volte sempre pequeno cupcake