Convenhamos que todos nós possuímos ressaca literária.
Sabe de qual falo, aquela onde o autor te leva para viajar em um mundo tão
encantado e perfeito que você se sente vivendo aquela realidade, e quando
acaba, você não sabe mais como pensar de outra forma e assim, sua condição
atual se torna deprimente perto do esplendor do que estava lendo.
Entretanto, eu lhe garanto que nada, eu repito, NADA é
pior do que ter uma ressaca literária amorosa.
Sabe quando o autor conhece o íntimo de cada leitor do
sexo feminino, e faz questão de criar uma personagem que atenda a todas as
necessidades emocionais e psicológicas da mocinha? Ou melhor, as nossas? Pois
bem, creio que não haja pior tortura do que encarar essa verdade: você jamais
terá um namorado como este.
Aceite, é melhor assim. Vai doer agora, mas acredite, é
melhor do que sustentar esperanças falsas mais para frente.
Eu particularmente tive diversas paixões no mundo
fictício. Houve o Sétimo, Jace, Draco Malfoy, George Weasley, Luke, Nikolai, Klaus, Patch e até
mesmo Jasper Hale de Crepúsculo.
Entretanto, os dois personagens que irei citar agora corroem meus pensamentos
dia em noite.
Eu confesso que, antes de mais nada, tenho plena
consciência do quanto esses dois são totalmente inversos um do outro e como
ambos, conseguem me cativar de uma forma tão intensa.
O primeiro creio que não seja segredo para ninguém visto
que, eu já havia comentado sobre ele em uma postagem anterior.
Mr.
Darcy
Fitzwillian Darcy consome todo o meu lado coerente de
homem decente e disciplinado. Aquele tipo de homem que te ama, que sabe se
impor dentro de valores e sem sombra de dúvidas, age como um perfeito nobre
príncipe.
O mocinho de contos de fadas que qualquer princesa mais
madura adoraria ter para si. Que se desdobra em prol da moral imaculada de sua dama e busca, dentro de uma ética, ser totalmente coeso socialmente para
almejar aquilo que ama. No caso, Elizabeth.
Sim, eu sei. Este é aquele herói que apenas as garotas
mais problemáticas gostariam de ter para si. Mas o que posso dizer? Sou uma rebelde
sem causa.
Enquanto Darcy traz à tona toda a minha seriedade,
Zsadist é o irreverente. Céus, aquela máscara de maldade, regada com um quê de
piedade e que, com o desenrolar da história, torna-se em um ser totalmente
digno de respeito e fidelidade.
A forma como se apaixona, a visão que tem de si mesmo,
como após passar por tanto, ainda pode amar e se valorizar para o bem dos que o
cercam.
Eu não sei como deixar mais claro sem deixar spoilers
sobre os livros a minha satisfação em ler obras com tais personagens. Porém,
deixo esclarecido que, minha adoração e veneração por tais heróis são maiores
do que qualquer resenha que eu possa vir a escrever de cada.
Ps- Eu simplesmente surtei de emoção ao ver essas fotos do Zsadist já que, eu o imaginei exatamente dessa forma! *o*
Beijos e cheiros ;**



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