É com muita satisfação que eu digo que consegui ficar
pareada com Arrow e The Flash todos comemoram.
Porém, é com grande tristeza que eu venho comunicar:
estou viciada.
Ok, eu deveria seguir o exemplo da minha mãe.
“Não
quero saber do que se trata, não quero ver os atores e nem um tipo de cena ou
comentário para não ficar tentada. Chega!”
E foi assim, que mamãe se livrou do tormento eterno de
ser mais uma fangirl.
Minha causa é tão crítica que eu não vejo a hora de The
Vampire Diaries acabar, nem The Originals, nem Supernatural (que eu não comecei
a temporada nova falando nisso), Once Upon a Time, American Horror Story ou
Glee.
Vocês não imaginam o grande alívio que senti quando White
Collar e True Blood terminaram, foi como se eu tivesse ganhado duas horas
extras na semana. Minto, eu realmente ganhei duas horas extras na semana.
Isso sem falar no fato de que quero começar Vikings, The
Borgias e Game of Thrones.
Quanto ao último, deixe-me explicar, eu queria ler os livros
e como eu não trabalho, não tinha oportunidade de comprá-los por serem sempre
muito caros na minha concepção. Quando comecei a ter um dinheiro extra, fiquei
sem tempo para nada e então, nunca iniciei nem a leitura e nem o entretenimento
a cabo. Mas, está na minha lista.
Mas hoje eu não irei falar sobre GoT ou TVD e nem TWD que
acabou com os meus sentimentos, diga-se de passagem. Vou falar sobre as
duas séries de televisão que estão roubando minha sanidade e pensamentos.
Quando Arrow foi lançada eu juro que enrolei muito para
assistir, para ser sincera, eu assisti até o episódio 07 da primeira temporada e
por motivos técnicos fiquei de saco cheio, larguei.
Então, eis que o lindomaravilhosotalentosofofovontadedelevarpracasa
Grant Gustin faz a sua grande estreia como protagonista em The Flash. Fiquei extasiada, claro.
Assisti os quatro primeiros episódios e por Zeus! Como havia referências a Arrow!
Então que entendi, que as séries seriam sincronizadas
dali para frente. Fui então obrigada, após dois anos, a voltar a assistir a
série do Arqueiro.
Agora vamos deixar claro, eu sempre adorei a DC, de
coração! Tanto que, o que me motivou a começar a assistir a série, fora
justamente o tema Arqueiro Verde. Porém, como muito drama nunca me fez bem,
acabei largando.
Quando a retomei (sim, eu voltei a assistir desde o
primeiro) fiquei eletrizada. As cenas de luta eram incríveis, o que me deixava
menos focada no psicológico cansativo das demais personagens que cercavam a vida
do Oliver.
Vamos por partes. Alguém chega a sua cidade, começa a
matar bandidos e mostrar a verdadeira face da elite e você, como policial (que
por algum acaso está ciente sobre toda uma máfia chinesa criminosa e apenas se
deixa ficar com o rabo entre as pernas) o torna um dos mais procurados?
Você descobre que seu amigo está tornando a cidade um
lugar melhor para se viver, que virou um lutador de elite, salvou seu pai que
aterroriza cidadãos no Natal e você só consegue pensar que a sua namorada
vai gostar mais dele do que de você? Sério, Tommy?
Você se tornou uma importante advoga, conceituada,
independente e segura. Seu ex namorado cachorro volta dos mortos depois
de cinco anos e você tem a certeza de que sua irmã vaca está morta. Ao
invés de lidar com a situação de uma forma madura, você tem uma crise birrenta
e desliga a televisão na frente de todo o seu departamento apenas para chamar
atenção.
Você é um ex soldado e está servindo de babá para um
playboy. Ele vive fugindo, uma das vezes lhe deixa desacordado com um golpe de
luta, você não faz nenhum comentário e nem acha estranho. O playboy se mostra
como o vigilante, você não aceita trabalhar com ele alegando que, ele é um
assassino louco e deveria ser detido. Ele diz que sabe quem matou o seu irmão.
Você quer se tornar um assassino louco e além de tudo hipócrita
vingativo.
Acho que já deu para entender, certo? Isso porque eu
ainda nem comecei a falar sobre a Moira ou a Thea.
Na verdade, com todas essas personagens cansativas, eu
comecei a entender o motivo de terem colocado Felicity Smoak na série do
Arqueiro (sendo que ela é uma personagem do Nuclear). Pois, convenhamos, que
personagem totalmente adorável é essa que eles criaram? Ela consegue ser bonita,
inteligente, engraçada, leve e centrada. Ela, com toda a sua forma doce de ser,
é a única que entende e respeita tanto Oliver Queen, quanto o Arqueiro.
E foi nesse ponto psicológico que ela me ganhou. Uma
personagem decidida e forte. Não abalada e emocionalmente chata, como Laurel
Lance ou seu pai, o detetive. Mas tão forte e madura como Sarah irá se mostrar só
eu notei que mudaram a atriz?
O que nos leva para a segunda temporada, onde, após Moira
ter sido cúmplice em um ataque terrorista ao Glades junto com o Malcom e levado
à morte de 503 pessoas (incluindo o Tommy), Oliver precisa assumir a empresa
que se deixou à esmo, ajudar a reconstruir o Glades, fazer sua irmã deixar a
rebeldia de lado e a lidar com o fato da sua mãe estar presa e poder receber
pena de morte no julgamento.
O Conde está de volta, Sarah Lance e até Slade Wilson, um
dos amigos da ilha onde Oliver ficou preso por dois anos, e se torna um dos
maiores vilões de toda a série.
Até que chega ao episódio que eu ansiava tanto ver: O episódio
onde Barry Allen surge.
Olha, isso é totalmente pessoal, desde quando eu era
criança e assistia a Liga da Justiça no SBT depois de chegar da escola, o Flash
é o meu personagem favorito. Então, imaginem minha euforia quando ele aparece
na cena do crime, totalmente atrasado, sendo fofo com a Felicity e fazendo o
grande Oliver Queen ficar enciumado.
Quando ele o salva então? Ain! Já deu para entender,
certo? Nem preciso dizer que o ápice de minha existência foi quando o raio o
acertou.
O que me lembra que, Felicity tornou-se aquele tipo de
personagem que fica bem com qualquer outro personagem grandioso. Oliver, Barry
e depois Ray.
A segunda temporada termina com um espaço enorme para
todos os fãs #Olicity ficarem tanto emocionados quanto indignados.
Ora essa, usar dos pobres sentimentos da garota lê-se
os meus também, apenas para deixar a sonsa da Laurel segura! Isso sem falar
que eu mal posso respirar quando penso o que eles fizeram com a personagem.
Digamos apenas que, no mundo da DC, a Canário Original é
a mãe dela, que após a sua morte, quem assume é a própria Laurel.
Laurel teria que ser uma personagem forte, objetiva e
disciplinada. Não alguém instável, fraco e com comportamentos tão tolos e
ridículos como os dela. Assim como sua mãe na série.
Ela, além de tudo, deveria ser o par perfeito com Oliver Queen, os produtores só conseguiram que se criasse aversão aos dois personagens juntos. Conseguiram destruir com toda a dinâmica dos HQs
A forma como eles tornaram Sarah Lance a Canário foi um
truque de mestre! E após fazer uma personagem tão incrível, eles a matam! Para
que? Para Laurel ter um acesso de fúria, ser treinada pelo Pantera e assumir o
posto da irmã. Ela? Não obrigada, eu passo.
Todos esses pontos que nos fazem repudiar a Laurel é que abre espaço para amar Felicity Smoak.
Ela, com todo o seu jeito, consegue trazer o que há de
mais belo e puro em Oliver Queen. Ela o idolatra como homem e pessoa, ela é sua
parceira, ela possui uma das personalidades de maior destaque e consegue fazer
tudo isso sem se fazer superior a ninguém. Ela consegue fazer com que Oliver
Queen diga que a ama. Três vezes!
Mas, como alegria de pobre dura pouco, eis que a Queen
Consolidated passa para as mãos de Ray Palmer, um personagem impossível de
odiar por mais que você faça esforço acredite, eu tentei, e que, além de
possuir virtudes morais enormes, começa a se engraçar com a Felicity.
O que eu quero dizer é: por quê? Ray Palmer é o Átomo, ele nem deveria estar na série! Certo?
Alguém?!
Enfim, Ray e Felicity acabam possuindo gênios parecidos e
uma tendência única de se hackearem. Claro, o beijo de ambos me deixou
irritadérrima! Ainda mais porque, Oliver aparece apenas para tentar resolver as
coisas entre eles e BUM, ele vê tudo. Se ficasse mais um pouquinho veria que
ele saiu correndo, isso não conta?
Em Flash, Barry está tendo que lidar com vários
meta-humanos assim como ele, com o fato da garota que ele gosta estar namorando
outro, com os seus novos poderes, conciliar emprego com heroísmo e além de
tudo, está sendo enganado pelo homem que ele julga poder confiar.
Se não bastasse, o homem que matou sua mãe e que fez com
que seu pai ficasse preso por mais de 10 anos está de volta e ele não chega nem
perto de ser mais rápido do que ele.
Para falar a verdade, a série é muito tranquila. Enquanto em Starling City tudo é sombrio e cheio de suspense e assassinato, Central City está mais para raios de sol, vilões principiantes com superpoderes e dilemas quanto a garota que se gosta. Cisco, Cassidy e o próprio Barry são personagens que provam isso.
Houve crossover nas séries. A primeira é quando Felicity
vai visitar o Barry e acaba rolando um beijo entre os dois e o consentimento de
ambos, ao afirmarem que, seriam perfeitos um para o outro, se os sentimentos
não pertencessem a outras pessoas (Íris e Oliver). Achei fofo, me julguem.
Depois, há uma participação especial de Arrow em The
Flash, e vice versa, um episódio antes da mid season finale. Achei isso super
interessante, pois, foi possível ver a diferença de ambas as séries e isso
ficou bem explicito pelos próprios personagens. A crueldade de Star City e a inocência
de Central City.
Quando Oliver está em CC é possível que nós saibamos o
que está por vir na série. Connor Hawke está a caminho, bitches.
Bem, os respectivos nonos episódios de ambas as séries
foram surpreendentes e me deixaram arrepiada. E claro, eu não vou falar deles
com vocês. SORRISO COLGATE.
Mas, eu estou extremamente ansiosa com o rumo que a série
está sendo levada e espero, de todo o coração, não ser desapontada.
Espero que tenham gostado! Beijos e cheiros :**




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