O que dizer da Terra do Nunca? Deste lugar mágico onde, meninos
perdidos se encontram unidos para cursar sua vida acadêmica?
Foi um mês de descobertas, saudades, novidades e
felicidade. Pessoas maravilhosas, festas fantásticas e claro, eu me deixando
iludir até o último segundo de que isso realmente são as mil maravilhas que eu
tanto estou vivendo e idealizando.
Tudo está sendo uma mistura de Last Friday Night e Sociedade
dos Poetas Mortos. Tanto que, creio que se juntarem ambos meios artísticos,
sairia um musical perfeito do que está sendo minha vida.
No último mês senti falta da minha mãe como nunca senti
antes, tenho tido meu pai ao meu lado como jamais tive minha vida inteira, e o
mais importante, estou me colocando em primeiro lugar de um jeito que não havia
nunca pensado ser possível.
Experimentei coisas novas, confiei em pessoas aleatórias
e sorri ao lado de quem jurei não ser nunca possível.
Estou me permitindo amar. A mim, aos outros, a tudo ao
meu redor. Dando valor às pequenas coisas e tentando sempre dar o melhor de mim
às pessoas sem tirar a atenção que me é de direito.
Me encontro sem neuras, liberta, forte, determinada; como
se o ar não possuísse peso sobre mim, como se a física se tornasse desprezível
perante tanta leveza do meu ser, dos meus pensamentos, do meu eu.
Estou feliz, saudosa, inteira, grata. Faminta por novos
saberes e prazeres, e enquanto eu tiver a mim mesma, é o que me basta.




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Volte sempre pequeno cupcake