Tão tola
era, pensava. Uma mulher tão fraca, tão frágil, tão vivida!
Ria de si!
Do que adiantava ser vivida?! Era tão inocente quando o problema era tratar
daquele assunto viral que tanto a entorpecia!
Amor...
Fungou irônica. As pessoas do vagão a encaravam feio.
Realmente
chegara a cogitar tal absurdo? Pensou que as pessoas poderiam sentir algo assim
por ela?
Talvez
estivesse se considerando importante demais, quem sabe?
Porém, ela
nunca fora, certo?
Era apenas
um erro, um equívoco!
Um acidente
melancólico. Ela era fruto de uma paixão, de um momento de prazer. Ela não era
digna de amores plenos e duradouros.
Apenas uma
albina que se erguia à floresta de concreto a sua frente.
Ela existia
e enquanto isso a manteve-se em pé, era o que importava.

Muito bom o texto! ;)
ResponderExcluirMe visite quando puder: http://letstalkaboutamor.blogspot.com
Muito obrigada! Desculpe a demora, fiquei ausente por um tempo! (Haha) irei visitar-te com prazer! Volte sempre! *-*
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